Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

POLÍTICA MT

Emanuelzinho demonstra força em Brasília e garante indicação na gerência da ANM em Mato Grosso

Publicados

POLÍTICA MT

O deputado federal Emanuelzinho Pinheiro (PSD — nº 5515), candidato à reeleição por Mato Grosso, demonstrou mais uma vez sua capacidade de articulação em Brasília ao conseguir a nomeação do servidor público federal Antonio da Silva Campos Junior para o cargo de gerente regional da Agência Nacional de Mineração (ANM) em Mato Grosso. A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (29), por meio da Portaria SGP/ANM nº 583, assinada em 21 de setembro pela Superintendência de Gestão de Pessoas da agência.

📋 Portaria de nomeação

Portaria: SGP/ANM nº 583
Assinada em: 21 de setembro de 2026
Publicada no DOU: 29 de setembro de 2026
Cargo: Gerente Regional da ANM em Mato Grosso — Função de Confiança FCE 1.13

Quem é Antonio Campos Junior

Servidor público federal lotado na Fundação Nacional de Saúde (Funasa) em Mato Grosso, Antonio da Silva Campos Junior tem formação em Ciências Econômicas pela UFMT, com especialização em Projetos de Viabilidade Econômica pela mesma instituição, e é graduado em Direito pela Univag.

Leia Também:  Decretos convocam plebiscitos para desmembramento de Nova Poxoréu e Ilhas de Ocupação

Sua trajetória inclui passagens por cargos de gestão na administração federal. Entre 2017 e 2019, foi diretor substituto do Departamento de Atenção à Saúde Indígena e coordenador-geral de Atenção Primária à Saúde Indígena, ambos na Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde. Também atuou como coordenador-geral de Apoio à Saúde Indígena e chefiou o setor de Recursos Humanos da Funasa em Mato Grosso.

Influência em Brasília e o peso do cargo

A nomeação reforça a capacidade de Emanuelzinho de articular junto ao governo federal indicações estratégicas para Mato Grosso. Em seu terceiro mandato como deputado federal, o parlamentar tem se destacado como um dos nomes do PSD com maior trânsito nas estruturas do governo Lula — o que se traduz em indicações, emendas e recursos para o estado.

A Agência Nacional de Mineração (ANM) é a autarquia federal responsável por regular, outorgar e fiscalizar o setor mineral no Brasil. Em Mato Grosso — um dos maiores produtores minerais do país, com destaque para ouro, diamante e calcário —, a gerência regional tem papel central na emissão de títulos minerários, licenciamento e controle das atividades extrativas. Controlar essa indicação representa influência direta sobre um setor estratégico para a economia do estado.

Leia Também:  Deputados aprovam PLC que altera lei que trata da criação e extinção de municípios

A nomeação ocorre na reta final da campanha eleitoral, com Emanuelzinho disputando a reeleição pelo PSD.

Emanuelzinho
ANM
Mineração
PSD
Eleições 2026
Deputado Federal
Mato Grosso
Propaganda

POLÍTICA MT

CPI apresenta relatório preliminar sobre despesas e contratos da rede estadual de saúde

Publicados

em

Por

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) apresentou, na tarde desta quarta-feira (30), um relatório preliminar com resultados da análise documental sobre despesas da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), entre 2019 e 2025. O levantamento aponta pagamentos indenizatórios superiores a R$ 1 bilhão, além de possíveis irregularidades em contratações, execução de serviços e comprovação de despesas.

A apresentação ocorreu durante coletiva de imprensa realizada na Sala de Comissões do Parlamento estadual. O documento foi elaborado a partir de depoimentos e de materiais encaminhados pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE), Controladoria-Geral do Estado (CGE), Tribunal de Contas do Estado (TCE) e Polícia Federal. Segundo o assessor jurídico da CPI, André Luis Rufino, a análise envolve aproximadamente 10 mil documentos.

Um dos principais pontos identificados pela CPI foi o crescimento dos pagamentos por reconhecimento de dívida, modalidade utilizada quando serviços são prestados sem cobertura contratual prévia e a administração reconhece posteriormente a obrigação de pagamento. Conforme a análise apresentada, o procedimento, inicialmente associado a situações excepcionais, passou a ser utilizado de forma recorrente, com aumento superior a 400% no período examinado.

Leia Também:  Assembleia Legislativa define agenda com capacitações, reuniões e homenagens na semana

O relatório detalha que R$ 750,5 milhões foram pagos a empresas relacionadas à Operação Espelho, sendo R$ 109,1 milhões provenientes de recursos federais e o restante de recursos estaduais. Considerando outras prestadoras de serviços da SES, o volume de despesas indenizatórias ultrapassa R$ 1 bilhão.

André Luis Rufino, assessor jurídico da CPI.

André Luis Rufino, assessor jurídico da CPI.

Foto: Helder Faria

A comissão também apresentou apontamentos sobre alertas feitos na época pela CGE e PGE relacionados à regularidade das contratações e dos pagamentos. Segundo Rufino, a análise identificou baixo atendimento às recomendações do controle interno, além da continuidade de procedimentos que demandavam adequação.

Outro eixo da investigação envolve possíveis inconsistências na comprovação de plantões médicos, registros de frequência, atestados de execução e pagamentos por serviços. O material apresentado reúne apontamentos sobre divergências entre escalas e registros, ausência de comprovação de atendimentos e possíveis falhas na fiscalização contratual, inclusive em serviços de terapia intensiva.

O relatório também detalhou possíveis responsabilidades em diferentes níveis da administração pública e entre empresas prestadoras de serviços, além de encaminhamentos que poderão ser avaliados ao longo da investigação, como apuração administrativa, ressarcimento de recursos e comunicação aos órgãos competentes. Os apontamentos integram um relatório preliminar e ainda dependem da continuidade dos trabalhos e das providências cabíveis.

Leia Também:  Governador faz prestação de contas na abertura dos trabalhos legislativos de 2024

Mesmo com a suspensão temporária das oitivas durante o período eleitoral, a CPI manteve a análise dos documentos. Instalada em 4 de março de 2026, a comissão tinha prazo inicial de 180 dias, com encerramento previsto para 4 de setembro. O plenário da ALMT aprovou a prorrogação dos trabalhos para até janeiro de 2027.

A próxima reunião está marcada para quarta-feira, 7 de outubro, quando a comissão dará continuidade às atividades de investigação, com retomada das oitivas e aprofundamento dos pontos levantados no relatório.

Fonte: ALMT – MT

Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA