VÁRZEA GRANDE
Moradores do Costa Verde recebem ações da Casa de Sarita neste sábado
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O evento será realizado na Escola Municipal de Educação Básica – EMEB – Emanuel Benedito de Arruda, localizada na Rua Amilton Valim 904, das 8h às 12 horas.
O projeto “Casa de Sarita no Seu Bairro” estará neste sábado, 29 de junho, levando ações e serviços aos moradores do Costa Verde. O evento será realizado na Escola Municipal de Educação Básica – EMEB – Amilton Valim 904, das 8h às 12 horas.
Idealizado pela primeira-dama e Promotora de Justiça, Kika Dorilêo Baracat, a Casa de Sarita é uma demonstração de cuidado e carinho as mulheres, que participam de serviços na sede do órgão, e nas ações desenvolvidas nos bairros, cujo objetivo é o de também divulgar os serviços desenvolvidos na Casa.
Neste sábado as moradoras do bairro Costa Verde terão consultas médicas com coleta CCO, aferição de pressão e teste glicêmico, acupuntura, auriculoterapia, florais de Bach, vacinação e atendimento psicológico, visando o cuidado integral da saúde física e mental das mães participantes.
Além disso, serão ofertados serviços de beleza, como tranças de cabelo, maquiagem e design de sobrancelha, com momentos de autocuidado e elevação da autoestima. Já as atividades também incluem oficinas de artesanato, atualização do cadastro único, atualização do cartão de vacinação e justiça comunitária, oferecendo suporte e orientação em diferentes áreas da vida das participantes.
“Será uma manhã marcada de ações e serviços, e aquelas que forem ao local serão prontamente atendidas”, destacou a secretária de Assistência Social, Ana Cristina Vieira.
SERVIÇO:
O QUÊ: Casa de Sarita no Seu Bairro
QUANDO: Sábado (29)
LOCAL: Escola Municipal de Educação Básica – EMEB – Amilton Valim 904, das 8h às 12 horas.
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Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes
A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.
Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.
A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.
A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.
“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.
Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.
A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.
“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.
Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.
Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.
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