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Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos atua no incentivo à leitura

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Nos encontros do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), além do estímulo à leitura, as crianças estão sendo também estimuladas a ampliar a capacidade criativa, seja por meio das pinturas, artesanatos e até a iniciação na arte cênica.

No polo Jardim Esmeralda, por exemplo, os participantes apresentaram uma peça de teatro com fantoches, para lembrar do Dia Nacional do Livro Infantil, comemorado no dia 18 de abril. O tema escolhido foi o mundo encantado de Monteiro Lobato, retratado no clássico “Sitio do Picapau Amarelo”.

“Os nossos participantes não só aceitaram a proposta do tema, como entraram de cabeça no processo de criação e montagem dos personagens. Além disso, cada um teve que estudar as falas e desenvolver a imaginação”, destacou a orientadora social Renita Barros.

Ele disse ainda que as mães das crianças foram convidadas a participarem do teatro e que muitas ficaram encantadas com o desenvolvimento dos filhos, algumas não seguraram as lágrimas. “Reconhecer a importância da literatura infantil e incentivar a formação desse hábito, deve começar dentro de casa. O que fazemos nos nossos encontros é somente permitir que elas trabalhem os seus próprios sentimentos”.

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A coordenadora da Proteção Especial Básica, Bernadete Miranda, destacou o trabalho que vem sendo desenvolvido por todas as orientadoras sociais do município, em especial, as que atuam com grupos de crianças e adolescentes. “Elas não medem esforços para atender as nossas crianças, e o resultado não poderia ser melhor. A Secretaria de Assistência Social de Várzea Grande tem se tornado referência em diversas áreas de atuação, e o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, com certeza é um dos que fazem a diferença”, comentou.

Bernadete Miranda disse ainda que o hábito pela leitura deve ser estimulado desde a infância pelos pais, e que as crianças aprendam que ler é algo importante e prazeroso. “E esses benefícios se estendem para o fortalecimento de vínculos afetivos, quando o momento é compartilhado entre todos”.

A secretária de Assistência Social, Ana Cristina Vieira destaca a importância de se incentivar a formação do hábito de leitura na idade em que todos os hábitos se formam. “É na infância que as crianças desenvolvem a concentração, memória, raciocínio e compreensão. A leitura é uma prática que traz inúmeros benefícios e quando esse contato inicial com o mundo da leitura não acontece no seio familiar, nós damos início a esse trabalho, que também é uma das atribuições do Serviço de Convivência”, explicou.

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Quanto ao tema proposto do escritor Monteiro Lobato, Ana Cristina, classifica o Sítio do Picapau Amarelo como um dos mais importantes clássicos da literatura brasileira. “”As personagens Narizinho, Pedrinho, Emília, Visconde de Sabugosa, Tia Nastácia e Dona Benta exploram um mundo de fantasia, e muito das crianças, nascidos nos anos 70 tiveram o privilégio de assistir aos episódios lançadas na TV, e eu mesma sou uma delas. Quantas lembranças afetivas foram construídas nesse período.  Por isso a importância de se conhecer, através da leitura, o sítio onde as crianças não tiveram acesso à tecnologia, mas um local onde criança era simplesmente, criança”.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes

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A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.

Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.

A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.

A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.

“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.

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Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.

A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.

“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.

Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.

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Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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