VÁRZEA GRANDE
Testes de vazão constatam volume insuficiente para atender à comunidade
VÁRZEA GRANDE
Após resultados atestados por empresa especializada, DAE-VG busca recursos para construção de nova adutora, já que a água no local não é suficiente para viabilizar uma extensão de rede
O Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE-VG), atendendo ao chamado da população, contratou uma empresa especializada para realizar o teste de vazão do poço localizado construído no bairro São Simão, ainda em 2024.
De acordo com a diretora de Produção do DAE-VG, Weny Patrícia, o poço possui cerca de 23 metros cúbicos e profundidade de 100 metros, mas a vazão não é suficiente para atender de forma contínua a demanda da comunidade. “Essa vazão atenderia aproximadamente 100 casas por uma semana e, em seguida, a água acabaria. Por isso, o poço não é viável para o abastecimento da região”, explicou.
Weny frisa que o poço não foi construído pela autarquia e não é de sua responsabilidade, porém, o DAE-VG realizou todas as medições e análises técnicas necessárias, reafirmando seu compromisso em buscar soluções concretas para o problema de abastecimento no bairro.
Como alternativa, o DAE-VG já elabora um projeto para a construção de adutora de aproximadamente 6 quilômetros, que permitirá levar água de outro sistema para atender de forma definitiva os moradores do São Simão.
A diretoria da autarquia reforça que a execução dessa obra depende da captação de recursos junto ao governo do Estado, e garante que as equipes técnicas estão empenhadas na busca dessa parceria para garantir um abastecimento seguro e duradouro à população.
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Alunos da rede municipal participam de aulas de introdução às artes marciais
O programa VG Mais Esporte está levando aulas de introdução às artes marciais para alunos da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Professora Rita Auxiliadora de Campos. A iniciativa, realizada em parceria com a Superintendência de Esportes, ensina técnicas básicas de segurança, defesa pessoal e controle emocional, contribuindo para a formação integral dos estudantes.
O professor de Educação Física Yago da Silva Conceição, responsável pelas aulas de artes marciais, destacou a importância da iniciativa. Ex-aluno da rede pública e atualmente atleta de jiu-jítsu e luta olímpica, ele acredita que o esporte transforma vidas.
“A introdução das artes marciais nas escolas municipais desenvolve a disciplina dos alunos e fortalece uma cultura de segurança preventiva. Vejo essa prática não apenas como uma modalidade de alto rendimento, mas também como uma ferramenta capaz de salvar vidas e proporcionar bem-estar a quem a pratica”, afirmou.
Yago também ressaltou que muitas famílias não têm condições financeiras de arcar com mensalidades em academias, tornando a oferta gratuita dentro da escola uma oportunidade de inclusão.
“Graças ao programa VG Mais Esporte, essas crianças têm acesso às aulas sem nenhum custo. O programa tem ampliado a oferta de diversas modalidades esportivas dentro das escolas”, destacou.
A diretora da unidade escolar, Simone Cristina Curvo, informou que 280 alunos participam das aulas de jiu-jítsu. Segundo ela, a proposta vai além da prática esportiva, contribuindo para a formação cidadã.
“Essa modalidade representa um importante avanço na promoção do esporte educacional em Várzea Grande, fortalecendo o projeto VG Mais Esporte. O projeto atende estudantes do 4º e 5º anos do período matutino. Mais do que incentivar a prática esportiva, as aulas estimulam a disciplina, o respeito e o convívio social”, ressaltou.
Para participar das atividades, o estudante deve estar regularmente matriculado na unidade escolar, apresentar autorização dos responsáveis e manter frequência regular nas aulas.
A secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, destacou que o esporte é um importante instrumento de apoio ao processo de aprendizagem.
“Atividades como as aulas de artes marciais contribuem para o desenvolvimento psicomotor das crianças, favorecem a assimilação de normas e regras de convivência e refletem positivamente no desempenho escolar. Além disso, fortalecem o senso de pertencimento dos estudantes”, afirmou.
A secretária lembrou ainda que, entre os critérios para participação nas aulas, está o bom desempenho e o comprometimento do aluno com a vida escolar.
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