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Histórias de superação e empreendedorismo brilham na “Feira VG com Elas”

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Negócios que ajudam a fechar as contas do mês, que servem de terapia, que são o sustento da família e que sempre têm para compartilhar, aprender e sonhar

Várzea Grande foi palco de uma celebração inspiradora de força, empreendedorismo e superação, no último sábado (29). O projeto “VG com Elas – Várzea Grande para Grande Mulheres”, que ao longo do mês promoveu debates e ações voltadas às mulheres, encerrou sua primeira edição com a “Feira VG com Elas”, dedicada ao empreendedorismo feminino. As histórias compartilhadas por diversas mulheres emocionam e reforçam a importância do apoio do poder público para que essas empreendedoras possam crescer e prosperar.

Nair Machado, que junto ao marido vende pastéis e suco de laranja para complementar a renda, celebrou a oportunidade: “Os preços estão cada dia mais altos, então eventos como esse são fundamentais para nós, mulheres empreendedoras. Hoje, vendi 150 pastéis, sem esse dinheiro extra seria muito difícil passar o mês”. Da mesma forma, Maria Lúcia, moradora de Várzea Grande e vendedora de comidas típicas, comemorou o sucesso: “A feira ajudou a aumentar as vendas, o orçamento e fazer uma propaganda do nosso trabalho. Além disso, é um ambiente seguro e acolhedor”.

Valdinéia Alves dos Santos, que há 15 anos trabalha com a produção de pães de mel, relatou como o empreendimento transformou sua vida. “Sou mãe solteira e vendendo pão de mel consegui criar meus filhos, pagar minha faculdade e minha pós-graduação. Hoje sou professora e faço mestrado, mas continuo vendendo meus doces porque eles ainda são parte essencial da minha trajetória”.

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Histórias como a de Mel Volcker também tocaram os corações presentes. Há 10 anos, ela trocou o emprego formal pela confecção de bonecas de pano. “Cada boneca que faço é um pedaço de mim. Do tecido cru ao acabamento final, elas são minhas ‘filhas de pano’. Já ensinei essa arte em oficinas sociais e continuo levando essa tradição adiante”.

Dourifran Chagas Costa compartilhou como seguiu os passos do pai na produção de vasos de cimento e, hoje, também reaproveita raízes e troncos para criar peças rústicas e decorar jardins da cidade. “Este evento me deu a oportunidade de expor meu trabalho pela primeira vez. Espero que venham mais oportunidades como essa”.

As cunhadas Thaíssa Stropa e Danitieli Cordeiro que em meio à pandemia, grávidas e desempregadas, resolveram empreender e criaram uma loja de roupas infantis on-line. “Roupas infantis eram os produtos que tínhamos dificuldade para encontrar e resolvemos abrir esse negócio. Eu tenho uma filha deficiente e precisava de tempo para cuidar dela e esse negócio me proporcionou isso. Porém, enfrentamos muitas dificuldades até hoje. Eventos e movimentos como este são importantes pois podemos compartilhar medos, inseguranças, problemas, soluções, aprender e ajudar umas às outras”, relatou Danitieli Cordeiro.

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Maria Medeiros, que confecciona chinelos decorados com base de capacho, afirmou que o artesanato a ajudou a superar a depressão após a perda da filha. “Faz 10 anos que comecei. Isso me sustentou emocionalmente e me ajudou a ficar de pé novamente. Além disso, os chinelos que faço proporcionam conforto e saúde para muitas pessoas”.

Sônia Mazetto, parceira do movimento e integrante da BPW Brasil Várzea Grande e do Conselho dos Direitos das Mulheres, destacou a grandiosidade do evento e a mobilização inédita que proporcionou. “A importância desse movimento foi mostrar a força que a mulher tem e que precisamos discutir todos os assuntos. Pela primeira vez, Várzea Grande foi um verdadeiro palco para as mulheres, nos bairros, nas escolas, tratando de temas essenciais para a nossa sociedade. Esse movimento merece o nome que tem: ‘VG com Elas'”.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Alunos da rede municipal participam de aulas de introdução às artes marciais

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O programa VG Mais Esporte está levando aulas de introdução às artes marciais para alunos da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Professora Rita Auxiliadora de Campos. A iniciativa, realizada em parceria com a Superintendência de Esportes, ensina técnicas básicas de segurança, defesa pessoal e controle emocional, contribuindo para a formação integral dos estudantes.

O professor de Educação Física Yago da Silva Conceição, responsável pelas aulas de artes marciais, destacou a importância da iniciativa. Ex-aluno da rede pública e atualmente atleta de jiu-jítsu e luta olímpica, ele acredita que o esporte transforma vidas.

“A introdução das artes marciais nas escolas municipais desenvolve a disciplina dos alunos e fortalece uma cultura de segurança preventiva. Vejo essa prática não apenas como uma modalidade de alto rendimento, mas também como uma ferramenta capaz de salvar vidas e proporcionar bem-estar a quem a pratica”, afirmou.

Yago também ressaltou que muitas famílias não têm condições financeiras de arcar com mensalidades em academias, tornando a oferta gratuita dentro da escola uma oportunidade de inclusão.

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“Graças ao programa VG Mais Esporte, essas crianças têm acesso às aulas sem nenhum custo. O programa tem ampliado a oferta de diversas modalidades esportivas dentro das escolas”, destacou.

A diretora da unidade escolar, Simone Cristina Curvo, informou que 280 alunos participam das aulas de jiu-jítsu. Segundo ela, a proposta vai além da prática esportiva, contribuindo para a formação cidadã.

“Essa modalidade representa um importante avanço na promoção do esporte educacional em Várzea Grande, fortalecendo o projeto VG Mais Esporte. O projeto atende estudantes do 4º e 5º anos do período matutino. Mais do que incentivar a prática esportiva, as aulas estimulam a disciplina, o respeito e o convívio social”, ressaltou.

Para participar das atividades, o estudante deve estar regularmente matriculado na unidade escolar, apresentar autorização dos responsáveis e manter frequência regular nas aulas.

A secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, destacou que o esporte é um importante instrumento de apoio ao processo de aprendizagem.

“Atividades como as aulas de artes marciais contribuem para o desenvolvimento psicomotor das crianças, favorecem a assimilação de normas e regras de convivência e refletem positivamente no desempenho escolar. Além disso, fortalecem o senso de pertencimento dos estudantes”, afirmou.

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A secretária lembrou ainda que, entre os critérios para participação nas aulas, está o bom desempenho e o comprometimento do aluno com a vida escolar.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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