Novo Citroen SUV
Citavel apresentou o Novo Citroen SUV C3 Aircross 2024 na Baixada Cuiabana
BRASIL
Criado para quem busca espaço, conforto e versatilidade, com design arrojado e marcante por onde passa, o Novo Citroen SUV C3 Aircross 2024 foi apresentado ao público da Baixada Cuiabana nesta quinta-feira (07), na concessionária Citavel, em Várzea Grande, também com transmissão nas redes sociais e no site da montadora. Estiveram presentes clientes, empresários do ramo automotivo, diretoria, equipe de vendas e influenciadores.
Um SUV marcante, imponente e com medidas robustas, tudo para oferecer mais conforto e facilidade de enfrentar qualquer obstáculo. Com o maior espaço interno da categoria na 2ª fileira, o Aircross proporciona o máximo de bem-estar para os passageiros e um amplo porta-malas com 493 litros de capacidade, feito para transportar o que quiser.
Na Baixada Cuiabana o lançamento contou também com transmissão nas redes sociais e no site da montadora. “Ele foi lançado na mídia especializada no final de novembro, no estado da Bahia em um evento para as revendedoras e agora está acontecendo o lançamento nacional nas lojas, entre os dias 07, 08 e 09 de dezembro, para o público em geral”, explica o Aril Junior, Gerente da Citavel. Ele acrescenta que o veículo tem 3 anos de garantia, taxa especial, além de presentear o cliente com as 3 primeiras revisões grátis.
O grupo Stellantis pensou em toda a família e dá a opção de 5 e 7 lugares* (7 lugares previsto para 2024). Além de ser o SUV com motor turbo mais barato do mercado, chegando em 3 versões, é equipado com Motor 1.0 Turbo, Câmbio automático CVT, com 7 marchas simuladas, chegando até 130 cv de potência com 200 Nm de torque, proporcionando uma experiência única de direção.
Apresentando conectividade a todo momento, o Citroën Connect Touchscreen conta com tela de 10 polegadas e permite integração com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, ideal para acessar seus Apps favoritos em qualquer trajeto. O painel de instrumentos em TFT de 7″ customizável com Ecodriving, indicador de marcha, monitoramento da pressão dos pneus e computador de bordo, possibilitando monitorar itens importantes do carro.
Como proteção nunca é demais, o veículo conta com o auxílio dos itens de segurança do Aircross, como: Airbags, Freios ABS, ESP (Controle eletrônico de estabilidade), Hill Assist (assistente de partida em rampa) e monitoramento de pressão dos pneus.
O Novo Citroen SUV C3 Aircross 2024 está disponível nas seguintes cores: Branco Branquise, Cinza artense, Cinza Grafito, Preto Perola e Vermelho Rubi
Confira os preços de lançamento:
Citroën Aircross Feel Turbo 200 AT – R$ 109.990,00* ( e-comerce)
Citroën Aircross Feel Pack Turbo 200 AT – R$ 119.990,00
Citroën Aircross Shine Turbo 200 AT – R$ 129.990,00
BRASIL
Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia
Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado
O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.
O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.
A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.
Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.
O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.
O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.
Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.
Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.
“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.
A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.
Entenda o caso
A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.
O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.
Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.
A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.
Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.
Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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