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INCENTIVO: Marfrig VG entrega kits escolares para filhos de colaboradores

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Marfrig VG entrega kits escolares para filhos de colaboradores
Marfrig VG entrega kits escolares para filhos de colaboradores

Os mais de 4 mil colaboradores da Marfrig, unidade de Várzea Grande, todos os anos contam com uma ajuda importante aos seus filhos na volta às aulas. O departamento de Recursos Humanos da companhia promove a entrega de kits com materiais escolares fundamentais no processo de ensino.

Como forma de incentivo e por acreditar na educação como agente transformador para o futuro, em 2024 a vida Marfrig contribuiu com o ano letivo de mais de mil crianças em Várzea Grande.

Filhos de colaboradora entre 06 e 13 anos, receberam um kit completo para volta às aulas, contendo: mochila, cadernos, régua, lápis, borracha, apontador, caneta, cola, lápis de cor e outros materiais básicos.

Para o supervisor de controle de estoque da Marfrig de Várzea Grande, Alexandre Ribeiro, que trabalha na companhia há cinco anos, essa iniciativa é mais um incentivo da Marfrig para os seus colaboradores.

“É uma oportunidade muito importante para nós funcionários e também para os nossos filhos, já que isso ajuda diretamente na nossa renda, uma vez que, não precisamos ter esse gasto extra no início de ano”, afirmou Alexandre Ribeiro.

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Já a filha do Alexandre Ribeiro, Maria Clara de 12 anos, ficou feliz em receber o kit. “Eu recebo todos os anos, desde que o meu pai veio trabalhar aqui. Fico muito feliz quando chega a data da entrega e acho uma iniciativa muito boa da Marfrig”, disse Maria Claraque estuda da 7ª série.

A colaboradora Chandra Miranda, que trabalha como analista de departamento pessoal da Marfrig de Várzea Grande, conta que sua filha Eloísa de 9 anos, que está matriculada na 4ª série, estava ansiosa para receber o kit escolar.

“Além de ajudar muito na parte financeira dos pais, também dá um incentivo para os nossos filhos estudarem e ter aquela força de vontade. A minha filha fica em casa cheia de expectativa esperando o kit. Desde o final do ano passado ela já fica perguntando ‘mãe quando é a entrega do kit?’”, explicou Chandra Miranda.

Segundo a gerente de Recursos Humanos da Marfrig de Várzea Grande, Cláudia Rodrigues, essa é mais uma forma de agradecer e retribuir o comprometimento e entrega diária dos colaboradores. “A Marfrig com essa ação enfatiza a importância da educação, as crianças têm um amplo caminho pela frente e tudo se inicia no processo de educação, já que entendemos que esse processo começa em casa e depois é formalizado na escola. O futuro da criança está na educação e com a entrega desses kits queremos incentiva-las. As ações da companhia acabam contribuindo para o desenvolvimento da família como um todo”, explanou Cláudia.

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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