AGRONEGÓCIO
Bionat e Kimberlit Apresentam Inovações Tecnológicas no Show Rural Coopavel 2025
AGRONEGÓCIO
A 37ª edição do Show Rural Coopavel, marcada para os dias 10 a 14 de fevereiro de 2025, na cidade de Cascavel, Paraná, será palco para a apresentação de tecnologias inovadoras por parte da Bionat Soluções Biológicas e da Kimberlit Agrociências, empresas integrantes da holding Essere Group. Ambas as empresas irão destacar os benefícios de suas soluções para o agronegócio.
A Kimberlit Agrociências trará ao evento o Leverage HLK, um produto formulado com nutrientes e substâncias fisioativadoras que atuam no metabolismo secundário das plantas. Essa ação estimula a produção de exsudatos e compostos proteicos, aumentando a rigidez das paredes celulares e tornando as plantas mais resistentes à penetração de patógenos do solo. Bruno Neves, Gestor de Produtos da Kimberlit, destaca que o Leverage HLK é o único produto do mercado que, por meio de aplicação foliar, é recomendado em conjunto com o sistema integrado de manejo fitossanitário de patógenos que afetam o sistema radicular.
Já a Bionat Soluções Biológicas apresentará o Sprinter, um bioinsumo exclusivo à base da bactéria Pantoea agglomerans cepa ESALQ 33.1. Esta bactéria, associada às raízes das plantas, promove a mobilização de nutrientes como o fósforo e favorece o crescimento inicial das plantas. O produto, resultado de mais de 20 anos de pesquisa da Esalq (Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”), tem sido utilizado com sucesso em culturas como cana-de-açúcar, soja, milho e feijão. Álefe Borges, Gestor de Produtos da Bionat, destaca que o Sprinter aumenta a disponibilidade de nutrientes e acelera o crescimento saudável das plantas desde a germinação, elevando a produtividade e a rentabilidade do agricultor.
Além dessas inovações, as empresas do Essere Group irão divulgar o programa UniTA (Unidade Integrada de Tecnologia de Aplicação). O UniTA é uma estrutura voltada para a educação e para o suporte técnico aos agricultores, com foco na aplicação eficiente de insumos através de equipamentos de pulverização. Segundo Lucas Rossi, Coordenador de Tecnologia de Aplicação no Essere Group, o programa é composto por duas frentes de trabalho: uma educacional, que realiza treinamentos, e outra operacional, que realiza inspeções e aferições de equipamentos e bicos, visando otimizar os sistemas de aplicação de forma eficiente e sustentável.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Colheita do café 2026/27 avança lentamente no Brasil e comercialização segue travada
A colheita da safra brasileira de café 2026/27 segue em ritmo lento, especialmente no segmento de café conilon (robusta). Além do avanço moderado nos trabalhos de campo, a comercialização da nova safra também permanece travada, refletindo a cautela dos produtores diante da volatilidade do mercado e das diferenças de preços entre o café disponível e os contratos futuros.
Levantamento semanal da Safras & Mercado aponta que, até 13 de maio, apenas 6% da safra 2026/27 havia sido colhida no Brasil. O percentual fica ligeiramente abaixo dos 7% registrados no mesmo período do ano passado e distante da média dos últimos cinco anos, de 9%.
Colheita do café conilon registra atraso
O maior atraso é observado no café canéfora, grupo que engloba o conilon e o robusta. Segundo o levantamento, apenas 8% da produção havia sido colhida até meados de maio, contra 11% no mesmo período do ciclo anterior e média histórica de 15%.
O desempenho abaixo do esperado indica um início mais lento da safra, o que mantém o mercado atento à evolução dos trabalhos nas principais regiões produtoras.
No café arábica, a colheita alcançou 4% da produção, em linha com o registrado no ano passado. Ainda assim, o percentual segue abaixo da média dos últimos cinco anos, que é de 6% para esta época do calendário agrícola.
Comercialização da safra 2026/27 segue lenta
Além da colheita mais lenta, o ritmo de comercialização da safra 2026/27 também permanece abaixo da média histórica.
De acordo com levantamento mensal da Safras & Mercado, até 13 de maio, apenas 16% do potencial produtivo da safra de conilon/robusta havia sido negociado antecipadamente. O avanço mensal foi de apenas dois pontos percentuais.
Apesar de o percentual estar próximo ao observado no mesmo período do ano passado, ele segue bem abaixo da média dos últimos cinco anos, próxima de 25%.
Segundo o consultor Gil Barabach, os produtores continuam priorizando as vendas do café disponível, reduzindo o interesse por negociações antecipadas da nova safra.
“As vendas da safra 2026/27 de café no Brasil continuam em ritmo lento, com os produtores priorizando a negociação do café disponível”, destacou o consultor.
Vendas de arábica e conilon ficam abaixo da média histórica
No caso do conilon, as vendas antecipadas atingem apenas 10% da produção esperada. Embora o número supere os 8% registrados no mesmo período do ano passado, ele permanece distante da média histórica de 18%.
Já no café arábica, a estimativa preliminar indica comercialização de cerca de 20% da safra potencial, abaixo dos 22% observados em igual período de 2025 e bem inferior à média de 29% registrada nos últimos cinco anos.
Segundo Barabach, a diferença entre os preços praticados no mercado físico e as indicações para fixação da safra nova tem limitado os negócios antecipados do arábica.
Safra 2025/26 também apresenta vendas mais lentas
O ritmo mais cauteloso também aparece na comercialização da safra 2025/26, colhida no ano passado.
Até 13 de maio, cerca de 86% da produção havia sido comercializada pelos produtores brasileiros. No mesmo período do ano anterior, as vendas já alcançavam 96%, enquanto a média dos últimos cinco anos era de aproximadamente 94%.
De acordo com Gil Barabach, apesar de o interesse de venda ter apresentado melhora recente, o fluxo comercial ainda segue limitado pela instabilidade financeira e pela volatilidade das bolsas internacionais.
“A incerteza financeira, refletida na volatilidade das bolsas, resultou em uma postura ainda cautelosa dos vendedores, explicando o ritmo mais cadenciado das negociações”, avaliou o analista.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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