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Aplicação de adubo em taxa variável proporciona economia e aumento da produtividade

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Entre os vários fatores de produção agrícola, a adubação ocupa um lugar de destaque. Hoje, mais do que nunca, com grandes oscilações nos preços dos fertilizantes registradas ao longo de 2023, o uso racional e eficiente desse e outros insumos é fundamental para o produtor rural alcançar maior rentabilidade. Todo o esforço e tecnologia empregados nesta etapa valem a pena na produtividade final da lavoura, mas, para isso, é preciso ter em mente a escolha de bons equipamentos que tenham a capacidade de realizar essa tarefa com qualidade.

A aplicação de adubo em taxa variável, uma técnica de agricultura de precisão que surgiu há alguns anos, é uma das tecnologias aliadas do produtor neste sentido. É um instrumento que pode aumentar o retorno econômico e reduzir efeitos no meio ambiente. De acordo com Marco Gobesso, engenheiro agrônomo e head de marketing do Grupo Piccin, com esse modo de distribuição a economia de insumos pode chegar a 20%. Além disso, deixa menos residual e aumenta a produtividade média em 6%.

Auxiliando o produtor nesta tarefa, a Piccin Equipamentos, marca do Grupo Piccin, de São Carlos-SP, possui uma linha de distribuidores hidráulicos de adubo e corretivos de solo dotados de tecnologia de aplicação em taxa variável. Os equipamentos da linha Master são disponibilizados com diferenciais que levam vantagens ao campo, como a esteira zincada e fundo inox exclusivo dos modelos, que proporciona maior vida útil. Na parte de Agricultura de Precisão, a linha vem com conexão ISOBUS, uma tecnologia que permite interligar o processo de aplicação ao trator que já existe na fazenda, sem a necessidade de adquirir uma nova placa de comunicação.

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Outro diferencial dos distribuidores hidráulicos Piccin é a possibilidade de regulagem da bitola, adequando, dessa maneira, a aplicação conforme outras máquinas da propriedade. “Com essa bitola variável, o operador pode adequar o trabalho, evitando passar com o implemento em outras faixas da lavoura, ou seja, vai usar menos ruas e não vai reduzir a produtividade com o amassamento”, destaca Gobesso. A empresa fabrica distribuidores com capacidade de três a 35 mil quilos, atendendo tanto o pequeno como o grande agricultor em rendimento operacional.

Adubação pós-plantio

Muitos produtores rurais optam pela adubação após a emergência das plantas, já que a capacidade de carga das plantadeiras é preenchida com sementes. Além disso, existem recomendações agronômicas relacionadas à perda da capacidade de adubação no momento do plantio, então em grandes áreas muitos optam por fazer depois. O profissional da Piccin explica ainda que ao fazer a operação após o plantio, há a possibilidade de adubar com nutrientes específicos, conforme a necessidade das plantas. “Mesmo que tenha feito na semeadura, poderá ter a complementar, às vezes só fósforo, ou somente potássio ou nitrogênio”, coloca.

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E para essas opções, além de aplicação dos corretivos de preparo do solo como calcário, gesso e até adubos orgânicos, os distribuidores também são fundamentais. Contudo, o custo com esses insumos, especialmente os fertilizantes, é alto para todo produtor. E, para não dar à planta nem mais e nem menos que o necessário para obter o máximo de produtividade, é importante um equipamento com capacidade de aplicar em taxa variável. “Não é aplicar na média e sim na taxa recomendada conforme o mapeamento prévio da área”, frisa o head de marketing.

Por fim, os distribuidores hidráulicos da linha Master também contam com a tecnologia da Esteira Precisa, desenvolvida e patenteada pela empresa. A solução, como diz seu nome, traz precisão na distribuição dos distintos tipos de insumos. Isso acontece em razão de seu formato oval com entrega volumétrica do produto quando da alimentação dos discos distribuidores. “Basta alterar as regulagens do equipamento, conforme o material a ser distribuído na lavoura, sem necessidade da troca de esteira ou equipamento adicional na propriedade”, finaliza o engenheiro agrônomo.

Fonte: Ruralpress

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita do café 2026/27 avança lentamente no Brasil e comercialização segue travada

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A colheita da safra brasileira de café 2026/27 segue em ritmo lento, especialmente no segmento de café conilon (robusta). Além do avanço moderado nos trabalhos de campo, a comercialização da nova safra também permanece travada, refletindo a cautela dos produtores diante da volatilidade do mercado e das diferenças de preços entre o café disponível e os contratos futuros.

Levantamento semanal da Safras & Mercado aponta que, até 13 de maio, apenas 6% da safra 2026/27 havia sido colhida no Brasil. O percentual fica ligeiramente abaixo dos 7% registrados no mesmo período do ano passado e distante da média dos últimos cinco anos, de 9%.

Colheita do café conilon registra atraso

O maior atraso é observado no café canéfora, grupo que engloba o conilon e o robusta. Segundo o levantamento, apenas 8% da produção havia sido colhida até meados de maio, contra 11% no mesmo período do ciclo anterior e média histórica de 15%.

O desempenho abaixo do esperado indica um início mais lento da safra, o que mantém o mercado atento à evolução dos trabalhos nas principais regiões produtoras.

No café arábica, a colheita alcançou 4% da produção, em linha com o registrado no ano passado. Ainda assim, o percentual segue abaixo da média dos últimos cinco anos, que é de 6% para esta época do calendário agrícola.

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Comercialização da safra 2026/27 segue lenta

Além da colheita mais lenta, o ritmo de comercialização da safra 2026/27 também permanece abaixo da média histórica.

De acordo com levantamento mensal da Safras & Mercado, até 13 de maio, apenas 16% do potencial produtivo da safra de conilon/robusta havia sido negociado antecipadamente. O avanço mensal foi de apenas dois pontos percentuais.

Apesar de o percentual estar próximo ao observado no mesmo período do ano passado, ele segue bem abaixo da média dos últimos cinco anos, próxima de 25%.

Segundo o consultor Gil Barabach, os produtores continuam priorizando as vendas do café disponível, reduzindo o interesse por negociações antecipadas da nova safra.

“As vendas da safra 2026/27 de café no Brasil continuam em ritmo lento, com os produtores priorizando a negociação do café disponível”, destacou o consultor.

Vendas de arábica e conilon ficam abaixo da média histórica

No caso do conilon, as vendas antecipadas atingem apenas 10% da produção esperada. Embora o número supere os 8% registrados no mesmo período do ano passado, ele permanece distante da média histórica de 18%.

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Já no café arábica, a estimativa preliminar indica comercialização de cerca de 20% da safra potencial, abaixo dos 22% observados em igual período de 2025 e bem inferior à média de 29% registrada nos últimos cinco anos.

Segundo Barabach, a diferença entre os preços praticados no mercado físico e as indicações para fixação da safra nova tem limitado os negócios antecipados do arábica.

Safra 2025/26 também apresenta vendas mais lentas

O ritmo mais cauteloso também aparece na comercialização da safra 2025/26, colhida no ano passado.

Até 13 de maio, cerca de 86% da produção havia sido comercializada pelos produtores brasileiros. No mesmo período do ano anterior, as vendas já alcançavam 96%, enquanto a média dos últimos cinco anos era de aproximadamente 94%.

De acordo com Gil Barabach, apesar de o interesse de venda ter apresentado melhora recente, o fluxo comercial ainda segue limitado pela instabilidade financeira e pela volatilidade das bolsas internacionais.

“A incerteza financeira, refletida na volatilidade das bolsas, resultou em uma postura ainda cautelosa dos vendedores, explicando o ritmo mais cadenciado das negociações”, avaliou o analista.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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