AGRONEGÓCIO
Amaggi Lidera Ranking Forest 500 como Única Brasileira no Setor de Soja
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Amaggi Se Destaca no Combate ao Desmatamento Global
A Amaggi continua sua trajetória de liderança no mercado global de soja, figurando como a única empresa brasileira a figurar entre as principais do mundo no combate ao desmatamento. Pelo quarto ano consecutivo, a companhia ocupa o topo do ranking Forest 500, um relatório global que avalia as empresas e instituições financeiras mais influentes no comércio de commodities de alto risco de impacto florestal. A 11ª edição do estudo, divulgada pela Global Canopy, destaca o compromisso da Amaggi com a preservação ambiental, especialmente no que tange à soja, uma das commodities de maior risco de conversão de vegetação nativa.
Amaggi: Líder Brasileira no Segmento de Soja
O Forest 500 classifica as 500 organizações mais influentes no comércio global de nove commodities com alto risco de impacto florestal, incluindo soja, carne bovina, óleo de palma e madeira. A Amaggi se destaca como a única empresa de capital 100% brasileiro entre as 10 maiores corporações globais que atuam como traders e distribuidoras de soja. A empresa mantém sua liderança no segmento, reafirmando sua posição como uma das líderes no combate ao desmatamento e à conversão da vegetação nativa.
Judiney Carvalho de Souza, presidente executivo da Amaggi, comentou sobre o resultado: “Em 2025, o Forest 500 ampliou a abrangência do relatório com a entrada de novas empresas. Mesmo assim, seguimos como líder no segmento de trader e distribuidor de soja e entre as 10 maiores corporações globais. Isso só reforça que estamos no caminho certo, aliando desenvolvimento econômico à preservação das florestas e do meio ambiente.”
A Sustentabilidade no DNA da Amaggi
A Amaggi segue sua estratégia de sustentabilidade como pilar central de seus negócios. A empresa tem como meta garantir uma cadeia de grãos livre de desmatamento e conversão de vegetação nativa até 2025, utilizando tecnologias avançadas de rastreabilidade. A companhia também se destaca pela adesão a iniciativas globais, como a Science Based Targets initiative (SBTi) e o Race to Zero, com o objetivo de alcançar emissões líquidas zero até 2050.
Juliana Lopes, diretora de ESG, Comunicação e Compliance da Amaggi, explica: “Na Amaggi, sustentabilidade é transversal aos nossos negócios. Estamos investindo em iniciativas como o Amaggi Regenera, focada em agricultura regenerativa, e o projeto B100, que utiliza biodiesel 100% puro de soja em nossas operações logísticas e agrícolas.”
Compromissos de Sustentabilidade e Desafios Globais
O Forest 500 avalia as práticas de sustentabilidade das empresas com base em seus compromissos públicos de respeito ao meio ambiente, direitos humanos e gestão ambiental. Apenas 3% das empresas analisadas no estudo demonstram forte compromisso com a sustentabilidade, enquanto 63% apresentam compromissos parciais e 34% não possuem compromissos formais. Entre as empresas que se destacam no ranking de 2025 estão gigantes do setor, como Nestlé, Unilever, Danone e Mars, ao lado da Amaggi, que segue sendo uma referência em práticas de sustentabilidade no Brasil e no mundo.
O Futuro da Soja no Combate ao Desmatamento
Com a crescente pressão por práticas mais sustentáveis e a responsabilidade corporativa em foco, a Amaggi segue consolidando seu papel de liderança no setor de soja. O compromisso da empresa com o combate ao desmatamento e a preservação da vegetação nativa, aliado a ações concretas como a rastreabilidade e a implementação de soluções sustentáveis, coloca a companhia em um caminho promissor. O Forest 500 reforça a importância da colaboração entre empresas, instituições financeiras e governos para adotar melhores práticas e combater os impactos ambientais das commodities agrícolas.
Amaggi No Caminho Certo
A liderança da Amaggi no ranking Forest 500, pelo quarto ano consecutivo, não só reflete sua posição de destaque como trader e distribuidor de soja, mas também reitera seu compromisso inabalável com a sustentabilidade e a preservação ambiental. Ao continuar investindo em práticas responsáveis e metas ambiciosas para 2050, a Amaggi se posiciona como um modelo a ser seguido no Brasil e globalmente, garantindo um futuro mais verde para o setor agrícola.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Colheita do café 2026/27 avança lentamente no Brasil e comercialização segue travada
A colheita da safra brasileira de café 2026/27 segue em ritmo lento, especialmente no segmento de café conilon (robusta). Além do avanço moderado nos trabalhos de campo, a comercialização da nova safra também permanece travada, refletindo a cautela dos produtores diante da volatilidade do mercado e das diferenças de preços entre o café disponível e os contratos futuros.
Levantamento semanal da Safras & Mercado aponta que, até 13 de maio, apenas 6% da safra 2026/27 havia sido colhida no Brasil. O percentual fica ligeiramente abaixo dos 7% registrados no mesmo período do ano passado e distante da média dos últimos cinco anos, de 9%.
Colheita do café conilon registra atraso
O maior atraso é observado no café canéfora, grupo que engloba o conilon e o robusta. Segundo o levantamento, apenas 8% da produção havia sido colhida até meados de maio, contra 11% no mesmo período do ciclo anterior e média histórica de 15%.
O desempenho abaixo do esperado indica um início mais lento da safra, o que mantém o mercado atento à evolução dos trabalhos nas principais regiões produtoras.
No café arábica, a colheita alcançou 4% da produção, em linha com o registrado no ano passado. Ainda assim, o percentual segue abaixo da média dos últimos cinco anos, que é de 6% para esta época do calendário agrícola.
Comercialização da safra 2026/27 segue lenta
Além da colheita mais lenta, o ritmo de comercialização da safra 2026/27 também permanece abaixo da média histórica.
De acordo com levantamento mensal da Safras & Mercado, até 13 de maio, apenas 16% do potencial produtivo da safra de conilon/robusta havia sido negociado antecipadamente. O avanço mensal foi de apenas dois pontos percentuais.
Apesar de o percentual estar próximo ao observado no mesmo período do ano passado, ele segue bem abaixo da média dos últimos cinco anos, próxima de 25%.
Segundo o consultor Gil Barabach, os produtores continuam priorizando as vendas do café disponível, reduzindo o interesse por negociações antecipadas da nova safra.
“As vendas da safra 2026/27 de café no Brasil continuam em ritmo lento, com os produtores priorizando a negociação do café disponível”, destacou o consultor.
Vendas de arábica e conilon ficam abaixo da média histórica
No caso do conilon, as vendas antecipadas atingem apenas 10% da produção esperada. Embora o número supere os 8% registrados no mesmo período do ano passado, ele permanece distante da média histórica de 18%.
Já no café arábica, a estimativa preliminar indica comercialização de cerca de 20% da safra potencial, abaixo dos 22% observados em igual período de 2025 e bem inferior à média de 29% registrada nos últimos cinco anos.
Segundo Barabach, a diferença entre os preços praticados no mercado físico e as indicações para fixação da safra nova tem limitado os negócios antecipados do arábica.
Safra 2025/26 também apresenta vendas mais lentas
O ritmo mais cauteloso também aparece na comercialização da safra 2025/26, colhida no ano passado.
Até 13 de maio, cerca de 86% da produção havia sido comercializada pelos produtores brasileiros. No mesmo período do ano anterior, as vendas já alcançavam 96%, enquanto a média dos últimos cinco anos era de aproximadamente 94%.
De acordo com Gil Barabach, apesar de o interesse de venda ter apresentado melhora recente, o fluxo comercial ainda segue limitado pela instabilidade financeira e pela volatilidade das bolsas internacionais.
“A incerteza financeira, refletida na volatilidade das bolsas, resultou em uma postura ainda cautelosa dos vendedores, explicando o ritmo mais cadenciado das negociações”, avaliou o analista.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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