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Agrishow 2025 deve gerar impacto de até R$ 500 milhões na economia de Ribeirão Preto e região

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A 30ª edição da Agrishow, maior feira de tecnologia para o agronegócio da América Latina, promete ser um marco na economia de Ribeirão Preto e nas cidades vizinhas, no interior de São Paulo. Segundo estimativas da Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP), o evento, que ocorrerá entre 28 de abril e 2 de maio de 2025, pode movimentar até R$ 500 milhões na economia local. Esse valor inclui os gastos com transporte, hospedagem, alimentação, compras em comércios, atividades culturais e turismo, além das visitas a amigos e familiares na região.

A feira deve atrair cerca de 195 mil visitantes ao longo de cinco dias, mantendo o público da edição anterior, em que 85,7% dos participantes eram de outras cidades do estado. Na edição de 2024, o gasto médio por visitante foi de R$ 1.100,00.

Liliane Bortoluci, diretora da Informa Markets, organizadora do evento, destaca que a Agrishow não só movimenta diferentes setores da economia, como também gera uma grande quantidade de empregos temporários. “No último ano, mais de 7.000 trabalhadores se credenciaram para atuar no evento, atendendo expositores e colaborando nas fases de montagem e desmontagem. Os empregos indiretos ampliam ainda mais o impacto econômico positivo na região”, afirma.

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João Marchesan, presidente da feira desde 2023, enfatiza o impacto da Agrishow no fortalecimento do agronegócio brasileiro e no desenvolvimento da economia regional. “A feira abre portas para investimentos no setor, criando uma rede de conexões entre empresas e produtores, além de apresentar inovações tecnológicas. O evento reflete o que o Brasil e outros países podem alcançar no agronegócio, tornando o impacto econômico ainda mais expressivo”, explica Marchesan.

Ingressos e pacotes para a Agrishow 2025

Os ingressos para a Agrishow 2025 já estão disponíveis desde 20 de janeiro, com preços promocionais para o primeiro lote até 23 de fevereiro. O valor por dia de visitação é de R$ 70,00, com a opção de adquirir tickets para estacionamento, variando entre R$ 70,00 e R$ 110,00 dependendo do tipo de veículo. Também estão à venda pacotes VIP Valet, com acesso facilitado à feira durante os cinco dias de evento, por R$ 550,00.

A partir de 24 de fevereiro, o segundo lote de ingressos será disponibilizado, com o valor diário de R$ 80,00. Importante destacar que os ingressos e tickets de estacionamento são limitados, recomendando-se a compra antecipada online. Durante o evento, as bilheteiras estarão abertas de 28 de abril a 2 de maio, das 8h às 18h, com o valor da entrada sendo de R$ 140,00 por dia.

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Além do estacionamento exclusivo da feira, haverá uma área destinada a caravanas, visando facilitar o embarque e desembarque de grupos, garantindo mais conforto e praticidade aos participantes.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil exporta menos café em volume, mas mantém faturamento com preços elevados

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O Brasil exportou 35,4 milhões de sacas de café de 60 kg entre julho de 2025 e maio de 2026, segundo dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). O volume representa uma queda de 18% em relação ao mesmo período da safra anterior, quando os embarques somaram 43 milhões de sacas.

Apesar da redução na quantidade exportada, o desempenho financeiro do setor se manteve praticamente estável. A receita acumulada atingiu US$ 13,6 bilhões, levemente abaixo dos US$ 13,7 bilhões registrados na temporada 2024/25. O resultado evidencia que a valorização do grão no mercado internacional compensou a menor disponibilidade do produto brasileiro.

Preços altos sustentam receita mesmo com queda nas exportações

De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o desempenho do café brasileiro ao longo da safra 2025/26 foi impactado por uma combinação de fatores, especialmente a menor produção e os estoques internos historicamente reduzidos.

Com a oferta limitada, o café disponível foi sendo gradualmente comercializado ao longo do ciclo, o que reduziu significativamente os volumes remanescentes para negociação. Em paralelo, os preços elevados permitiram maior capitalização dos produtores, que não demonstraram necessidade de acelerar a venda dos estoques restantes.

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Esse cenário contribuiu para a queda nos embarques, mesmo com o Brasil mantendo forte competitividade no mercado internacional.

Nova safra avança, mas impacto nas exportações será gradual

Segundo pesquisadores do Cepea, a colheita da safra 2026/27 começou a ganhar ritmo em maio, impulsionando o avanço das negociações no mercado interno. No entanto, o impacto desse novo ciclo ainda não aparece de forma significativa nos dados de exportação.

Isso ocorre porque o café recém-colhido precisa passar por etapas de preparo, secagem e beneficiamento antes de estar apto para embarques em maior escala. Dessa forma, o reflexo da nova safra sobre os volumes exportados deve ocorrer de maneira gradual ao longo dos próximos meses.

O Cepea avalia que parte desse movimento já pode ser percebida nos dados de junho, embora ainda de forma parcial, com tendência de aumento progressivo na oferta exportável conforme a safra avança.

Perspectivas para o setor cafeeiro brasileiro

O comportamento recente do mercado reforça o papel dos preços internacionais como principal fator de sustentação da receita do setor cafeeiro brasileiro em um cenário de menor oferta. Ao mesmo tempo, a transição para a nova safra tende a redefinir o equilíbrio entre volume e valor nas exportações nos próximos meses.

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Com a entrada gradual da produção 2026/27 no mercado, a expectativa é de recuperação parcial dos embarques, ainda que condicionada ao ritmo de beneficiamento e à dinâmica de demanda global pelo café brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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